Obesidade na pandemia

Postado por Suzanclin em 31/jan/2022 - Sem Comentários

A obesidade é uma doença crônica e com ela outras doenças acabam se manifestando, como no caso da hipertensão, diabete, complicações cardiovasculares, problemas ortopédicos entre outros. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de um bilhão de pessoas adultas em todo o mundo sofrem de obesidade, no Brasil cerca de 20% da população é obesa, já as pessoas com excesso de peso totalizam 60%, sendo mais da metade.

Com o Covid-19 esse problema ficou ainda mais sério, segundo dados do Instituto IPSOS o Brasil foi o país que mais cresceu no índice da obesidade durante a pandemia, 52% dos brasileiros tiveram aumento no peso, sendo a população que mais ganhou peso nesse período. O isolamento social contribuiu com o aumento dos números, prejudicando a prática de exercícios físicos. Por mais de um ano as academias e parques ficaram fechados, deixando poucas opções para a prática, muitas pessoas deixaram de se movimentar até mesmo para ir ao trabalho ou escolas, devido ao home office.

O estresse que o confinamento gerou, causou problemas psicológicos nas pessoas, gerando um clima de incerteza sobre quando tudo isso iria acabar ou melhorar. Seja pela ansiedade ou outros fatores, a população acabou se descuidando na alimentação, optando por alimentos ricos em carboidratos e gordurosos.

Segundo outra pesquisa da Ipsos, o Brasil é o país que menos realiza atividades físicas, a pesquisa contou com 29 países, isso mostra o quanto pratica é fraca em territórios brasileiros. Em média, o brasileiro se exercita 3 horas por semana, 31% dos entrevistados disseram que não dedica nenhum tempo para a prática, sendo o segundo pais com menos pessoas que não investem nenhum tempo, perdendo apenas para os japoneses que somam 34%.

O Brasil vive um alerta devido aos novos casos de Covid-19, com as festas de fim de ano houve um aumento significativo no número de pessoas positivadas. Somando isso com a chegada de novas variantes como a Omicron, o país vive um novo sinal de alerta que novamente pode levar as restrições.

Como se manter saudável na pandemia?

Uma alimentação saudável e balanceada em conjunto com a prática de exercícios físicos, são nossas melhores opções. Os exercícios além de prevenir o ganho de peso, irá nos afastar de possíveis doenças que aumentam o fator de risco da Covid-19. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a recomendação para pessoas saudáveis é de no mínimo 150 minutos de atividade física por semana para adultos e 300 minutos de atividade para crianças e adolescentes.

Na ausência de aparelhos e acessórios para a atividade, recomendamos a pratica em um local em que o individuo consiga utilizar o peso corporal e adapte o espaço dentro de casa. Existem diversos métodos e exercícios para quem tem o espaço limitado, como, por exemplo: flexão, abdominais, agachamentos, pranchas com elevações e entre outros. Existem aplicativos de exercícios nas lojas virtuais para te auxiliar a como se exercitar dentro de casa. Fica a nossa dica do: queima de corpo inteiro, exercícios em casa e do desafio 30 dias fitness.

Já na questão alimentar, opte por uma dieta mais balanceada, fuja de alimentos ricos em gordura, açúcar, carboidratos em excesso, fast food, industrializados e entre outros.

 Opte por alimentos que vão te ajudar a se manter mais forte contra o vírus e todos os outros malefícios, como, por exemplo, as frutas, legumes, verduras, naturais, etc.

Vale lembrar que a pandemia ainda está longe de acabar, então siga as instruções dos órgãos de saúde, se previna, vacine-se e não aglomere.

Cirurgia reparadora pós cirurgia bariátrica

Postado por Suzanclin em 24/jan/2022 - Sem Comentários

Ao realizar a cirurgia bariátrica, o paciente acaba perdendo muito peso em um curto período de tempo, resolvendo assim os problemas que o excesso e as comorbidades trazem, mas nem tudo é positivo nessa história. Devido a essa rápida perda, o excesso de pele e a flacidez podem acabar aparecendo e se destacando no corpo do bariátrico.

A cirurgia reparadora é o maior aliado contra esse problema, chamada de dermolipectomia, a cirurgia de retirada do excesso de pele é indicada e realizada por cirurgiões plásticos. Existem diversos tipos desse procedimento, podendo ser realizadas combinadas ou isoladas.

Quando o paciente pós bariátrico deve realizar as reparadoras?

Esses procedimentos, irão retirar o excesso de pele e recuperar o contorno corporal do corpo, sendo considerada a fase final do tratamento da perda de peso. Para isso o paciente deve estar com o peso estabilizado, para que a cirurgia possa ser realizada com uma maior segurança, com um risco menor de complicações e melhores resultados. O período é de 1 ano a 2 anos, pós a cirurgia bariátrica.  

A reparadora, diferente de uma cirurgia plástica estética, tem o objetivo de corrigir as deformidades de nascença ou que foram adquiridas pelo paciente com o tempo, seja elas por excesso de peso, acidentes, traumas e outras. São consideradas necessárias como qualquer outra intervenção cirúrgica, procuram recuperar as funções do corpo e restabelecer a forma mais natural possível, o procedimento não é realizado como uma questão de vaidade e sim para restaurar a normalidade do corpo do paciente.

Qual cirurgia plástica o convênio deve cobrir?

Por regra, a legislação dita que os convênios não tem a obrigação de cobrir cirurgia plástica com a finalidade estética. Mas quando sua finalidade é de reparar o corpo do paciente o convenio deve cobri-las, como no caso das: cirurgia reparadora pós bariátrica, mamoplastia redutora e cirurgia de reconstrução de mamas de pacientes com câncer. Mas antes, o paciente deve verificar se o cirurgião plástico aceita ou não convênios para cirurgia.

Tipos de cirurgia reparadora pós bariátrica

Abdominoplastia

Essa cirurgia visa retirar o excesso de pele do abdômen, reduzindo o volume abdominal. Após a rápida perda de peso a pele do local fica flácida, formando a famosa barriga de avental. Ela é realizada em um método em que a pele é puxada e removendo a parte em excesso.

  • Lifting de braços e coxas

Nela, é removido o excesso de pele e gordura dos braços e coxas, esse excesso impossibilita o movimento natural dos membros, atrapalhando em atividades físicas e do dia a dia. A pele é esticada e remodelada para a posição natural do corpo.

  • Mamoplastia

Nesse procedimento, as mamas são reposicionadas em seu lugar natural, deixando o órgão com aspecto mais firme, ela pode ser feita sozinha ou com a colocação de silicone, assim aumentando o tamanho dos seios.

Recuperação pós reparadora

Na reparadora o paciente fica internado por volta de 1 dia, necessitando de repouso em casa por um período de 15 dias a 1 mês. O tempo dos procedimentos, duram em torno de 1 a 5 horas, nela é usada anestesia geral ou local, variando de acordo com o procedimento e técnica. Durante a recuperação, o paciente deve evitar esforços físicos, é medicado com analgésicos e deve retornar com o cirurgião plástico conforme o protocolo do mesmo.

Vale ressaltar, que apenas o cirurgião bariátrico pode liberar o paciente para realizar as cirurgias reparadoras, então mantenha seus retornos em dia, com toda a equipe multidisciplinar, para que não ocorra nenhum risco. 

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Procedimentos estéticos para pacientes bariátricos

Postado por Suzanclin em 17/jan/2022 - Sem Comentários

A cirurgia bariátrica é realizada em pacientes que apresentam quadros de obesidade mórbida ou em conjunto com outras comorbidades. Visando uma melhor qualidade de vida e eliminação do excesso de peso, a cirurgia é capaz de controlar o colesterol, os desconfortos físicos, a pressão arterial e entre outros problemas de saúde. Com isso a perda de peso do paciente pós cirúrgico acaba acontecendo muito rápido, assim o excesso de pele e a flacidez acabam se destacando, principalmente no abdômen, nas pernas e braços. Além das cirurgias plásticas, qual outro método para combater a flacidez e o excesso de pele?

Os tratamentos estéticos são grandes aliados para os pacientes bariátricos, existem alguns tratamentos que podem dar uma força na recuperação da pele pós cirurgia. Os procedimentos com estimuladores de colágeno são os mais indicados para essas situações, já que ele auxilia na manutenção da saúde da pele, veja algumas opções:

  • Radiofrequência – O procedimento emite correntes de onda eletromagnéticas, sendo assim o seu calor alcança as camadas mais profundas da pele, promovendo a produção do colágeno. Assim o procedimento previne e trata a flacidez da pele, deixando mais bonita e vigorosa. Os resultados podem aparecer já nos primeiros dias após a primeira sessão, mas o tratamento deve ser progressivo, sendo feito em várias sessões.
  • Massagem Modeladora e Drenagem Linfática – Essas duas massagens visam eliminar toxinas, a diminuição das inflamações e melhora da circulação sanguínea. Além disso, essas duas massagens aliviam a tensão e combatem a flacidez da pele.
  • Corrente Russa – Essa técnica funciona por meio de um aparelho de eletroestimulação, promovendo contrações nos músculos, gerando um ganho de força e o aumento do volume muscular, melhora da circulação sanguínea e diminuição da flacidez.
  • Ultrassom Microfocado – Essa técnica aquece as camadas mais profundas da pele por disparos de ondas ultrassônicas, estimulando a formação de elastina e colágeno, dessa forma reduz a flacidez da pele. Por ser um ultrassom, a técnica possibilita o profissional visualizar o ponto exato dos tecidos que devem ser tratados, proporcionando melhores resultados. Vale lembrar que antes de optar por qualquer procedimento seja ele estético ou cirúrgico, você deve conversar com o seu cirurgião e um dermatologista, eles irão indicar o melhor tratamento para o seu caso.


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Entenda a importância da Vacina da Gripe

Postado por Suzanclin em 10/jan/2022 - Sem Comentários

No final do último trimestre de 2021, um velho conhecido da humanidade voltou a dar as caras no Brasil. O vírus influenza tem gerado surtos por todo o país, devido a uma nova variante, a H3N2. Atualmente, três tipos do vírus são conhecidos, sendo eles: A, B e C. Mesmo tendo diferenças genéticas todas elas podem provocar sintomas de febre, dores de cabeça e no corpo, garganta inflamada, tosse entre outros.


A H3N2 é uma variante da influenza A, que é uma das principais responsáveis pelas gripes e resfriados do mundo, sendo facilmente transmitida por gotículas liberadas no ar, seja por espirro ou tosse. Seus principais sintomas são: febre alta, inflamação na garganta, vômito, dores nas articulações, diarreia, mal-estar, perda de apetite e irritação nos olhos.
Como a Covid-19, a influenza é um vírus respiratório, dessa forma a prevenção é a mesma, o uso de máscaras, distanciamento físico e a higiene das mãos. O período de transmissão em adultos é de até sete dias e em crianças até 14 dias.


A vacinação tem como o objetivo reduzir a circulação do vírus, com isso o número de pessoas que serão hospitalizadas com risco de morte diminui. Se vacinar e não ficar gripado, evita que exista uma super lotação dentro dos sistemas de saúde, liberando espaço para os pacientes da pandemia do Covid-19. Ao se vacinar, os riscos de ser contaminado pela influenza são muito menores, por que a vacina ensina o organismo a como reconhecer o vírus, montando um mecanismo de defesa potente contra ele.


Quem pode se vacinar contra a gripe?

Todos aqueles que tiverem mais de 6 meses devem tomar a vacina, lembrando que a campanha acontece anualmente e para tornar a vacinação mais organizada o ministério da saúde estabelece uma prioridade para a vacinação. São eles:

  • Crianças de 6 meses até 6 anos;
  • Gestantes e puérperas;
  • Idosos com mais de 60 anos;
  • Trabalhadores da área da saúde;
  • Pessoas com deficiências.

Vacina da Gripe x Vacina da COVID-19

A dúvida de muitas pessoas é se tem algum problema ou contra indicação se vacinar contra a gripe e contra a Covid-19, a resposta é NÃO. Todos aqueles que estão sendo vacinados ou já foram contra a covid podem e devem tomar a vacina contra a influenza, basta apenas esperar o intervalo de 14 dias entre as vacinas, respeitando essa indicação não irá ocorrer interferências de uma para a outra. Para se vacinar, procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua casa, basta apenas apresentar um documento com foto. Lembre-se de seguir as normas de segurança, use máscara e higienize as mãos sempre que puderem.


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